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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

A nova Rota da Seda. Obama o pato manco

Pepe Escobar: “O pato manco caiu da caravana Rotas da Seda”

11/11/2014, [*] Pepe EscobarRússia Today
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu
Governantes de países da APEC, em foto de família, Pequim, 10/11/2014: o primeiro-
ministro da Austrália, Tony Abbott, atrás de Vladimir Putin da Rússia (esq.) e do
presidente da China Xi Jinping (segundo, esq.) (foto: Reuters/Kevin Lamarque)
Dificilmente se encontraria ilustração mais clara de para onde caminha o mundo multipolar, que o que se viu recentemente na reunião de cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico [orig. Asia-Pacific Economic Cooperation (APEC)], em Pequim.
Examinem bem as fotos oficiais. Trata-se de protocolo e posição – e sendo na China, sempre carregados de significados simbólicos. Adivinhem quem aparece no lugar de honra, à mão direita do presidente Xi Jinping. E adivinhem para onde foi mandado o pato manco líder da “nação indispensável”. Os chineses também sabem fazer com mestria, no que se trate de enviar mensagem global.
Quando o presidente Xi conclamou a APEC a “pôr lenha na fogueira da economia da região do Pacífico Asiático e do mundo”, quis dizer exatamente o que segue, independente de decisões não conclusivas que saíssem do encontro:
1) Pequim fará rigorosamente de tudo a favor de criar sua Área de Livre Comércio do Pacífico Asiático [orig. Free Trade Area of the Asia-Pacific (FTAAP)] – visão chinesa de acordo comercial “absolutamente inclusivo, ganha-ganha para todos” que realmente promova a cooperação na região do Pacífico Asiático, em vez dos negócios conduzidos pelos EUA, redigidos pelas corporações e que muito dividem e separam, conhecidos como Parceria Trans-Pacífico [orig. Trans-Pacific Partnership (TPP)].
2) Um plano básico está traçado para “conectividade em todas as direções”, nas palavras de Xi – o qual implica Pequim estabelecer o Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura [orig. Asian Infrastructure Investment Bank]; Pequim e Moscou acertar um segundo meganegócio de gás – dessa vez, através do gasoduto Altai, na Sibéria Ocidental; e a China canalizando não menos de US$40 bilhões para iniciar a construção do Cinturão Econômico Rota da Seda [orig. Silk Road Economic Belt] e a Rota Marítima da Seda para o século XXI.
Governantes de várias nações do mundo tomam assento, para ouvir o discurso de abertura, pelo presidente da China, Xi Jinping (C), na reunião de cúpula dos governantes dos países e membros da Cooperação Econômica do Pacífico Asiático [orig. Asia-Pacific Economic Cooperation (APEC)], no Centro de Convenções Internacionais em Yanqi Lake, Pequim, dia 11/11/2014
(foto: Reuters / Pablo Martinez Monsivais).
Mais uma vez, tudo converge na direção da ofensiva mais espetacular, mais ambiciosa e de mais amplo alcance plurinacional para construir infraestrutura jamais tentada: as múltiplas Novas Rotas da Seda – uma complexa rede de ferrovias para trens de alta velocidade, oleodutos, gasodutos, cabos de fibra ótica e telecomunicação gerada e distribuída e coletada pela tecnologia mais de ponta que o mundo conhece e que a China já está construindo através dos “-stões” da Ásia Central, todas ligadas com Rússia, Irã, Turquia e o Oceano Índico, e que se estenderá para a Europa, até Veneza e Berlim.
É Pequim interligando o Sonho Pacífico-Asiático de Xi até muito além do Leste da Ásia, com olhos postos no comércio paneurasiano – cujo centro é, e não poderia deixar de ser, o Império do Meio.
A campanha “Para o Ocidente!” foi oficialmente lançada na China no final dos anos 1990s. As Novas Rotas da Seda são campanhas turbinadas “Para o Ocidente!” e “Para o Sul!” – de expandir mercados, mercados, mercados, mercados. Pensem na Eurásia num futuro próximo como massivo Cinturão de Seda Chinês – em algumas latitudes num condomínio com a Rússia.
E como deseja sua guerra? Fria ou quente?
Conforme sonha Pequim, Noam Chomsky falou muito e muito claramente sobre uma reação em cadeia estilo 1914 de erros catastróficos – cometidos pelo Ocidente – que rapidamente escapariam de qualquer controle; e o que está em jogo e sob risco, mais uma vez, é nuclear. Moscou absolutamente detesta essa terrível possibilidade – o que explica por que a Rússia, alvo da mais obcecada provocação que lhe fazem os EUA, além das sanções, tem mostrado moderação digna de um Titã. Não se trata só de que a Rússia não pode ser “isolada”, como os EUA tentaram fazer com o Irã; Moscou também já desmascarou o blefe dos neoconservadores norte-americanos na Ucrânia.
No Clube Valdai, o presidente Putin, em discurso crucialmente importante (fala inicial e perguntas & respostas) – obviamente ignorado pela imprensa-empresa ocidental – expôs com clareza as necessárias conclusões. As elites de Washington/Wall Street absolutamente não têm qualquer intenção de permitir nem a mais mínima multipolaridade nas relações internacionais. O que resta, portanto, é o caos. É o que tenho dito, em diferentes circunstâncias, e é só o que se vê ao longo dos anos de governo Obama, e é o argumento central de meu novo livro Empire of Chaos.
Moscou sabe tudo sobre as complexas interligações com a Europa – especialmente com a Alemanha – e com o evanescente, mas ainda influente, Consenso de Washington. Mas a Rússia tem a carta-trunfo de ser potência eurasiana; quando se veem em dificuldades, os russos sempre se podem pivotear para a Ásia.
Gorbachev acertou o alvo em Berlim, quando chamou a atenção para o quanto, ao quebrar a promessa que Bush-pai lhe fez pessoalmente, a OTAN comprometeu-se com uma eterna expansão rumo ao oriente; e para o quanto o Ocidente – essencialmente, os EUA mais uns poucos vassalos europeus – parecem hoje obcecados com inventar alguma nova Guerra Fria, com o novo Muro de Berlim transplantado – metaforicamente – para Kiev.
Líderes dos Países da APEC no International Convention Center, Yanqi Lake em Pequim, 11/11/2014 (Foto: Reuters / Kim Kyung-Hoon)
Moscou pivoteando-se para longe do Ocidente e em direção do Leste da Ásia é processo de desenvolvimento em vários níveis – e que já está aí há vários meses, para todos verem. Acres de floresta terão ainda de ser devastadas para imprimir a narrativa de o quanto esse resultado foi diretamente influenciado pela doutrina de política externa do próprio Obama e que o próprio Obama descreveu como “Não façam merda coisa estúpida”, e que foi batizada a bordo do Air Force One, de volta de uma viagem à – e aonde mais seria?! – Ásia, em abril passado (4/2014).
No campo da energia, a expressão posta em circulação pelo Financial Times, de que um segundo mega negócio de energia a ser firmado entre Rússia e China seria “vingança de Putin”, é o tradicional e repetido lixo. A Rússia está tomando o rumo leste porque é ali que está a principal demanda. No campo da finança, Moscou acaba de pôr fim ao mecanismo de manter o rublo enganchado no dólar norte-americano e no euro: o dólar norte-americano caiu instantaneamente contra o rublo. O banco VTB, por sua vez, anunciou que pode trocar a Bolsa de Valores de Londres pela de Xangai – que está às vésperas de passar a conectar-se diretamente a Hong Kong. E Hong Kong, por sua vez, já está atraindo as gigantes russas da energia.
Agora então, combinem esses desenvolvimentos chaves com o massivo duplo negócio de energia Yuan - Rublos, e o quadro é da Rússia ativamente se autoprotegendo de ataques especulativos que lhe venham do ocidente, politicamente motivados, contra sua moeda.
A simbiose/parceria estratégica Rússia-China expande-se visivelmente para o campo de energia, finanças e também, inevitavelmente, para o front da tecnologia militar. Aí se inclui, crucialmente importante, Moscou vender a Pequim o sistema de defesa aérea S-400 e, no futuro, o S-500.
O sistema S-500 pode interceptar qualquer Míssil Balístico Intercontinental ou cruzador, ao mesmo tempo em que os MBI e mísseis cruzadores russos que operam em Mach 17, equipados com Multiple Independently Targeted Re-entry Vehicle (MIRVs), são simplesmente imbatíveis. Pequim, por sua vez, já está desenvolvendo seus próprios mísseis terra-mar, que podem alcançar qualquer coisa que a Marinha dos EUA consiga mobilizar – de porta-aviões a submarinos e sistemas móveis de defesa aérea.
Una-se à caravana
Estrategicamente, Pequim e Washington são – e não poderiam ser outra coisa – extremos polarmente opostos no que chamei de nascimento do século eurasiano.
Pequim identificou claramente a luta de morte que movem Washington/Wall Street para preservar o curto momento unipolar. A China – e os países BRICS – trabalham na direção do que Xi definiu como um novo modelo para relações entre grandes potências.
A cabeça de Washington/Wall Street é de “ou (exclusivo) um ou (exclusivo) outro”, não de “ganha-ganha”; os autonomeados Patrões do Universo creem que sempre possam monopolizar o poder, porque a Rússia – e na sequência a China – acabarão por recuar, para evitar o confronto. Nesse aspecto chave, a região Ásia-Pacífico, hoje, assemelha-se de algum modo à Europa de 1914.
O presidente da China Xi Jinping discursa na abertura da reunião da APEC no International Convention CenterYanqi Lake, em Pequim em 11/11/2014.
(foto: Reuters / Pablo Martinez Monsivais)
Com esse tipo de conversa apresentada como se fosse “análise” nos círculos acadêmicos nos EUA, e com as elites Washington/Wall Street e sua think-tank-lândia míopes ainda agarradas a tolices míticas como o papel “histórico” dos EUA como árbitros da Ásia moderna e equilibradores-chave do poder, não surpreende que a opinião pública ocidental não consiga nem imaginar o impacto gigantesco das Novas Rotas da Seda na geopolítica do jovem século XXI.
Um quarto de século depois da queda do Muro de Berlim, os EUA, para todas as finalidades práticas, ainda são governados por uma oligarquia. A Europa é geopoliticamente irrelevante. A “democracia” foi degradada e já não passa de paródia dela mesma em praticamente todo o Ocidente. O imperialismo “humanitário” – como o imperialismo neoconservador – no Iraque, Líbia, Síria e alhures levou a desastre e mais desastre e sempre. O turbo-capitalismo financeiro é bomba-relógio.
Rússia e China podem não estar propondo sistema alternativo – por enquanto. Mas enquanto os cães da guerra, do ódio, da desigualdade ladram, a caravana China-Rússia passa. A caravana está vendendo a integração econômica da Eurásia – não bombas. A verdadeira integração da região do Pacífico Asiático pode ainda ser sonho distante. Mesmo assim, o que a reunião da APEC mostrou mais uma vez – e há fotos que o comprovam – é a espetacular implosão, em câmera lenta, do domínio geopolítico da nação ex-indispensável.
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[*] Pepe Escobar (1954) é jornalista, brasileiro, vive em São Paulo, Hong Kong e Paris, mas publica exclusivamente em inglês. Mantém coluna (The Roving Eye) no Asia Times Online; é também analista de política de blogs e sites como: Tom Dispatch, Information Clearing HouseRed Voltaire e outros; é correspondente/ articulista das redes Russia TodayThe Real News Network Televison e Al-Jazeera. Seus artigos podem ser lidos, traduzidos para o português pelo Coletivo de Tradutores da Vila Vudu e João Aroldo, no blog redecastorphoto.
Livros:
− Obama Does Globalistan, Nimble Books, 2009.
− Seu novo livro,  Empire of Chaos, acaba de ser publicado pela Nimble Books.
http://redecastorphoto.blogspot.com.br

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Revolução Umbrella..

Guarda-chuvas de Hong Kong são "Made in USA"









William Engdahl
NEO 

 24 de outubro de 2014
 
O Washington neo-cons e seus aliados no Departamento de Estado e da Administração Obama estão claramente furiosos com a China, que estão com a Rússia de Vladimir Putin. Como a Rússia e a China nos últimos anos tornaram-se mais assertivos sobre a definição de seus interesses nacionais, e como ambas as potências da Eurásia desenhando em uma cooperação mais estreita em todos os níveis estratégicos, Washington decidiu desencadear o caos contra Pequim, já que tem desencadeado a Ucrânia no display  em ordem contra a Rússia e as ligações da Rússia para a UE. A enxurrada de acordos recentes entre Pequim e Moscou ligação mais estreita de um gasoduto $ 400.000.000.000 gás, o banco de infraestrutura BRICS, o comércio de rublos e renminbi contornando em resposta  ao dólar de Washington  tem  acionado os EUA. Chama-se a Hong Kong  a 'Umbrella Revolution' na mídia popular.
Nesta era de globalização industrial e terceirização da indústria dos EUA para países mão de obra barata, especialmente para a China, vale a pena tomar nota de uma coisa que o EUA-ou mais precisamente Washington DC e Langley, Virginia, estão produzindo e exportando para Hong Kong da China .Hong Kong  é a Região Administrativa Especial da República Popular da China tem sido alvo de uma revolução colorida, que foi apelidado pela mídia a Revolução Guarda -chuva que os guarda-chuvas que os manifestantes usam para bloquear gás lacrimogêneo da polícia.
Os "guarda-chuvas" para Hong Kong em curso Revolution Umbrella são feitos em Washington. Prova de que não reside apenas no apoio aberto obscenamente-rápido da  Casa Branca de Occupy Central, poucas horas após o seu início, seguindo o mesmo modelo que usou na Ucrânia .  O Departamento e ONGs que financiados pelo Dep. de Estado dos EUA estavam preparando silenciosamente esses protestos durante anos. Considere apenas a ponta do projeto de  Washington  para Hong Kong "democracia".
 
  O Mesmo sujo elenco velho de personagens ...
Com quase monotonia por-agora-chato, Washington desencadeou outra de suas infames revoluções coloridas.  Governo dos EUA com direccionais ONGs e agentes treinados nos EUA estão executando toda os protestos em Hong Kong "Occupy Central" , aparentemente em protesto contra as regras de  Pequim anunciadas para 2017 as eleições de Hong Kong. O movimento de protesto Occupy Central Hong Kong está sendo nominalmente liderado por um estudante de 17 anos de idade, Joshua Wong, que se assemelha a uma versão de Hong Kong de Harry Potter, um garoto que estava apenas nascido no ano Grã-Bretanha, relutantemente, terminou a sua colonial de 99 anos ocupação, cedendo a cidade-estado de volta para a República Popular.  Wong é acompanhado em Occupy Central por uma Universidade de Minnesota-educado homem do dinheiro do fundo de hedge para os protestos, Edward Chin; por um sociólogo da Universidade de Yale-educado, Chan Kin-homem; por um pastor batista que é um veterano da CIAs desestabilização em  1989 na Tiananmen Square, Chu Yiu-ming; e por um professor da Universidade de Hong Kong lei, Benny Tai Yiu-ting, ou Benny Tai.
Por trás dessas Hong Kong enfrenta, o Departamento de Estado dos EUA e sua ONG favorita, os EUA Congresso financiado National Endowment for Democracy (NED), por meio de sua filha, o Instituto Nacional Democrático (NDI), está executando a operação Occupy Central.  Vamos dar uma olhada por trás da bela fachada de protesto não violento pacífica para a democracia e encontramos uma agenda Washington secreta muito pouco democrático.
Comece com Chu Yiu-ming, o pastor batista escolhido para dirigir Occupy Central.  O mais reverendo Chu Yiu-ming é um dos fundadores e faz parte do comitê executivo de Hong Kong NGO- Hong Kong Direitos Humanos Monitor (HKHRM). HKHRM como eles admitem abertamente em seu site, é financiado principalmente pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, através do seu neo-conservador Cor Revolução ONG chamada National Endowment for Democracy (NED).
  Eles afirmam o seu propósito: "HKHRM cuecas a imprensa, as Nações Unidas, os governos locais e estrangeiros e órgãos legislativos em Hong Kong questões de direitos humanos de forma oral e escrita por meio de relatórios . "Em seu Relatório Anual de 2013, a NED relata dando Rev. Chu Yiu HK Direitos Humanos da -ming Monitorar um subsídio de US $ 145.000.  Você pode comprar um barco cheio de guarda-chuvas para que . Chu's HKHRM also works with another NED-financed creation, the Alliance for Reform and Democracy in Asia ( ARDA ). HKHRM de Chu também trabalha com outra criação NED-financiado, a Aliança para a Reforma e Democracia na Ásia ( ARDA ).
Quando ocupamos chefões Melhores Central decidiu (de forma não democrática) nomear o Chu reverendíssimo como líder do Occupy Central em janeiro passado, de 2014, Chu disse que era porque "eu tenho mais ligações com diferentes grupos de ativistas e experiência na vida social em grande escala campanhas . "Ele poderia ter chamado NED como grupo ativista e 1989 Praça da Paz Celestial da CIA como uma" campanha social em larga escala ", para ser mais específico.  O pregador batista admitiu que ele foi nomeado líder de facto Occupy Central por dois outros principais organizadores do movimento de desobediência civil, Benny Tai Yiu-ting e Dr Chan Kin-homem, que queria que ele "assumir" o papel .
  Benny Tai também está familiarizado com o Departamento de Estado dos EUA. Tai, professor de direito da Universidade de Hong Kong e co-ftoounder de Hong Kong Occupy Central, trabalha com o Centro Universitário Hong Kong para Comparado e Direito Público que recebe subsídios do subsidiária NED, National Democratic Institute para projetos como o Projeto Democracia de Hong Kong . The NDI boasts, O Relatório Anual do Centro de estados, "Com a ajuda de financiamento do Instituto Nacional Democrático, o site do Projeto Democracia de Hong Kong foi construído para promover uma abordagem legal e construtivo de baixo para cima para a reforma constitucional e política em Hong Kong . "em seu próprio site, o NDI descreve o seu ano-longo projeto de lei de Hong Kong, o pano de fundo legal para as Occupy demandas que essencialmente seria abrir a porta para um governo norte-colhidas em Hong Kong, assim como Victoria Nuland escolhidos a dedo um regime golpista leal aos EUA na Ucrânia, em fevereiro 2014 . NDI A possui,
O Centro de Comparada e Direito Público (CCPL), na Universidade de Hong Kong, com o apoio do NDI, está trabalhando para amplificar as vozes dos cidadãos nesse processo de consulta através da criação de Projeto Democracia de Hong Kong (www.designdemocracy.hk), um único e website neutra que dá aos cidadãos um lugar para discutir o futuro do eleitoral de Hong Kong sistema .
  O prodígio Hong Kong da desestabilização Cor Revolução Washington, estudante de 17 anos de idade, Joshua Wong, fundou um site Facebook chamado Scholarism quando tinha 15 anos com o apoio do neo-conservadora National Endowment for Democracy de Washington, através do seu ramo esquerdo, National Democratic Institute e NDItech do NDI projeto . E outra ocupação principal figura central, Audrey Eu Yuet recentemente se reuniu com o vice-presidente Joe Biden. Hmmmm. Hmmmm.
 
Cardeal Zen e pecado capital ...
Menos visível na grande mídia, mas identificado como um dos principais organizadores do Occupy Central é de Hong Kong Igreja Católica Cardeal Bispo Emérito, Joseph Zen.  Cardeal Zen acordo com a Hong Kong Morning Post, está desempenhando um papel fundamental nos protestos US-financiados contra Pequim autoridade . Cardeal Zen também passa a ser o conselheiro do Vaticano primário sobre a política da China. É o primeiro jesuíta Papa na história, o papa Francis, fazendo uma nova tentativa US-financiados a missão da Companhia de Jesus, fundador (e, aliás, homônimo real do Papa) Francis Xavier, subverter e assumir República Popular da China, usando Hong Kong como o calcanhar de Aquiles?
O vice-presidente Joe Biden, cujas mãos próprias são embebidas com o sangue de milhares de Ucrânia oriental vítimas da guerra civil neo-nazi;  Cardeal Zen;  Reverendo Chu; Joshua Wong; Benny Tai a e o NED neo-conservador e sua NDI e um bando de outros ativos do Departamento de Estado e as ONGs também inúmeras nome aqui, ter inflamado uma completa  Revolução colorida, a Revolução Umbrella. O momento da ação, um total de dois anos antes das eleições de Hong Kong 2017, sugere que algumas pessoas em Washington e em outras partes do oeste estavam ficando nervosos.
A crescente espaço económico euro-asiático da China, em conjunto com a Rússia de Putin e seu papel orientador na criação de uma contra-pólo pacífica e muito eficaz para Mundo Novo (des) ordem de Washington, atuando por meio de organizações como a Organização de Cooperação de Xangai e os BRICS, é o verdadeiro alvo de sua dis-ordem. Isso é realmente muito estúpido deles, mas, em seguida, eles são fundamentalmente as pessoas estúpidas que desprezam a inteligência.

 
F. William Engdahl é consultor de risco estratégico e palestrante, ele é formado em política da Universidade de Princeton e é um autor best-seller do petróleo e geopolítica, exclusivamente para a revista online " New Oriental Outlook "

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

EUA tentando conter a China, insuflando protestos

Terrorismo e Tumulto: EUA na contenção da China










Tony Cartalucci
Land Destroyer 

 03 de outubro de 2014
 
  Com Hong Kong no "Occupy Central" totalmente exposta como sedição apoiada pelos Estados Unidos , os leitores devem estar cientes de que esta mais recente turbulência é apenas uma parte de uma grande campanha em curso pelos Estados Unidos para conter e cooptar a nação da China.
Quanto mais cedo a Guerra do Vietnã, com o chamado "Pentagon Papers", lançado em 1969, foi revelado que o conflito era simplesmente uma parte de uma estratégia maior que visa conter e controlar China.
Três citações importantes desses documentos revelam essa estratégia. Ela afirma que a primeira:
... A decisão de fevereiro a bombardear o Vietnã do Norte e a aprovação em julho de Fase I de implementações só fazem sentido se forem a favor de uma política dos Estados Unidos no longo prazo para conter a China."
  Ele também afirma:
  "China-como a Alemanha, em 1917, como a Alemanha no Ocidente e o Japão no Oriente no final dos anos 30, e como a URSS, em 1947, surge como uma grande potência ameaçando minar nossa importância e eficácia no mundo e, mais remotamente, mas mais ameaçadoramente, para organizar toda a Ásia contra nós ".
Por fim, descreve o imenso teatro regional os EUA estavam envolvidos em contra a China na época, afirmando:
  "Há três frentes para um esforço de longo prazo para conter a China (percebendo que a URSS" contém "China no norte e noroeste): (a) frente ao Japão-Coreia;  (B) a frente de Índia e Paquistão; e (c) frente ao Sudeste da Ásia. "
Enquanto os EUA acabariam por perder a guerra do Vietnã e qualquer chance de usar os vietnamitas como uma força por procuração contra Pequim, a longa guerra contra Pequim continuaria em outro lugar.
Esta estratégia con tainment seria atualizado e detalhado no relatório de 2006 do Instituto de Estudos Estratégicos " String of Pearls: Enfrentando o Desafio do crescente poder da China em todo o Littoral asiático ", onde ele descreve os esforços da China para garantir a sua tábua de salvação de petróleo do Oriente Médio para as suas margens no Mar do Sul da China, bem como meios pelos quais os EUA podem manter a hegemonia americana em todo o Oceano Índico e Pacífico. A premissa é que, se a política externa do Ocidente não conseguem atrair a China para participar de Wall Street e Londres "sistema internacional", como actores responsáveis, deve ser tomado uma postura cada vez mais conflituosa para conter a nação nascente.
  Esta guerra por procuração tem se manifestado na forma da chamada "Primavera Árabe", onde os interesses chineses sofreram em países como Líbia, que foram reduzidos ao caos por subversão apoiado pelos Estados Unidos e até mesmo a intervenção militar direta. Sudão também serve como um proxy campo de batalha , onde o Ocidente está usando o caos para empurrar os interesses chineses fora do continente africano.

Mais recentemente, a turbulência política atingiu o Sudeste da Ásia. Tailândia tem apenas recentemente deposto regime de US-proxy liderado pelo ditador Thaksin Shinawatra, enquanto a vizinha Mianmar tenta evitar a sedição chefiada por frentes políticas anglo-americanas lideradas por Aung San Suu Kyi .
Dentro da própria China, os EUA detém o terrorismo como um meio para desestabilizar e dividir a sociedade chinesa em uma tentativa de fazer o vasto território da China ingovernável. Na província ocidental do país de Xianjiang, os Estados Unidos apoiam totalmente separatistas violentos.
De fato, em primeiro lugar, no apoio aos separatistas uigures de Xinjiang é os Estados Unidos através National Endowment do Departamento de Estado dos EUA para a Democracia (NED). Para a China, a região ocidental conhecido como "Xinjiang / Turquistão Oriental" tem sua própria página no site da NED cobrindo as várias frentes financiados por os EUA, que incluem: Para avançar os direitos humanos das mulheres e das crianças étnicos uigur. A Fundação irá manter um site inglês e uigur de língua e defender sobre a situação dos direitos humanos dos uigures mulheres e crianças.
Internacional Uigur PEN Clube $ 45000

Para promover a liberdade de expressão para os uigures. O Internacional Uigur PEN Clube manterá um site oferecendo informações sobre os escritos proibidos eo trabalho e status de poetas perseguidos, historiadores, jornalistas e outros. Uigur PEN também irá realizar campanhas internacionais de defesa em nome de escritores presos.
Associação Uigur americana $ 280.000

  Para aumentar a conscientização sobre as questões de direitos humanos uigur. Uigur Projeto de Direitos Humanos da UAA vai pesquisar, documentar e trazer a atenção internacional, informação independente e precisas sobre violações de direitos humanos que afectam as populações turcas da Região Autónoma Uigur de Xinjiang.
Congresso Mundial Uigur $ 185,000

Para aumentar a capacidade de grupos pró-democracia uigures e líderes para implementar efetiva dos direitos humanos e campanhas de democracia.O Congresso Mundial Uigur organizará uma conferência para grupos e líderes uigures pró-democracia em questões interétnicas e realizar trabalho de defesa de direitos humanos uigur.
Note-se que a lista acima foi tirada do site da NED março 2014 - desde então, NED excluiu várias organizações da lista, como já se disse anteriormente sobre o seu apoio em outras nações à frente de campanhas de intensificação de desestabilização que pretendia cobrir -se o seu papel no.
  Todas estas organizações financiada pela NED defender abertamente o separatismo da China, nem mesmo reconhecendo a autoridade da China sobre a região, para começar - ". Ocupação chinesa" referindo-se a ele em vez de

 Em  2014  o ataque terrorista em Kunming , os EUA-financiaram o Congresso Mundial Uigur sequer tentar justificá-la, alegando autoridades chinesas não deixaram os separatistas com pouca escolha. O Departamento de Estado dos EUA "Radio Free Asia "relatório intitulado" China Kunming Comboio Violência deixa 33 mortos ", relatou:

O porta-voz do Congresso Mundial Uigur Dilxat Raxit disse em um comunicado enviado por email que não havia "nenhuma justificação para os ataques contra civis", mas acrescentou que as políticas discriminatórias e repressivas provocou "medidas extremas" em resposta.
De completas guerras por procuração na década de 1960, abrangendo o Sudeste da Ásia, para a engenharia de "Primavera Árabe" pelos EUA em 2011 , com o terrorismo em Xinjiang e tumulto em Hong Kong hoje - o que está ocorrendo não é uma batalha pela "democracia" ou "liberdade de expressão", mas uma batalha existencial para a soberania da China. Para qualquer problema que o povo chinês tem com o seu governo, é problema deles e só deles para resolver à sua maneira. Usando a promoção da "democracia" como cobertura, os EUA continuam suas tentativas de infectar a China com instituições e políticas apoiadas pelos EUA, subverter, cooptar, ou derrubar a ordem política, em Pequim, e estabelecer sobre suas cinzas sua própria neo- ordem colonial servindo unicamente Wall Street e os interesses de Washington - não os do povo chinês.
  Para o mobs de "Occupy Central," muitos têm boas intenções, mas a liderança está conscientemente em conluio com os interesses estrangeiros que procuram subverter, dividir e destruir o povo chinês - não ao contrário do que a China tinha sofrido nas mãos de potências europeias no 1800 para início de 1900.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

EUA admitem manipular protestos em HK

EUA admitem agora que estão no financiamento do "Ocupar Central"
 



Tony Cartalucci
Land Destroyer 
 02 outubro de 2014
 
Assim como os EUA admitiram logo após a chamada "Primavera Árabe" começou a espalhar o caos no Oriente Médio que tinha totalmente financiado, treinado e equipado os dois líderes da máfia e fortemente armados terroristas com anos de antecedência, agora é admitido que os EUA pelo Departamento de Estado através de uma miríade de organizações e ONGs está por trás dos chamados protestos "Ocupar Central" em Hong Kong.
O Washington Post iria relatar em um artigo intitulado, " Hong Kong estoura mesmo como China aperta parafusos na sociedade civil ", que:

Os líderes chineses nervoso com os protestos em outros lugares este ano têm vindo a reforçar os controlos sobre as organizações civis no continente suspeitos de realizar o trabalho de potências estrangeiras.
A campanha tem como objetivo isolar a China a partir de idéias subversivas ocidentais como a democracia ea liberdade de expressão, e da influência, especificamente, de grupos norte-americanos que podem estar tentando promover esses valores aqui, dizem os especialistas. Essa campanha é antiga, mas foi processado com vigor renovado no governo do presidente Xi Jinping, especialmente após a derrubada do presidente ucraniano, Viktor Yanukovych após meses de manifestações de rua em Kiev que foram vistos aqui como explicitamente apoiados pelo Ocidente.
  O Washington Post também relatar (grifo nosso):
Um especialista em política externa, que falou sob a condição de anonimato para discutir um assunto delicado, disse Putin tinha chamado Xi para compartilhar sua preocupação sobre o papel do Ocidente na Ucrânia. Essas preocupações parecem ter filtrado em conversas realizadas durante xícaras de chá na China, de acordo com os membros do grupo da sociedade civil.
"Eles estão muito preocupados com Cor Revolutions, eles estão muito preocupados com o que está acontecendo na Ucrânia", disse o gerente de ONGs internacionais, cuja organização é parcialmente financiado pelo National Endowment for Democracy (NED), culpou aqui para apoiar os protestos em praça Maidan central de Kiev. "Eles dizem: 'Seu dinheiro está vindo das mesmas pessoas. C' É claro que você quer derrubar a China. "
  Financiada pelo Congresso com o objetivo explícito de promover a democracia no exterior, NED há muito tempo foi visto com desconfiança ou hostilidade por parte das autoridades aqui. Mas a rede de suspeita ampliou para abranger tais grupos norte-americanos como a Fundação Ford, o Instituto Republicano Internacional, o Centro Carter ea Fundação Ásia.
Claro, NED e suas muitas subsidiárias, incluindo o Instituto Republicano Internacional e do Instituto Nacional Democrático fazer tal coisa como "promoção da democracia ", e em vez disso estão no negócio de construção de uma rede global de administração neo-imperial denominado "sociedade civil" que encaixa com muitos dos chamados "instituições internacionais" do Ocidente, que por sua vez são completamente controlados por interesses em Washington, ao Wall Street, e nas cidades de Londres e Bruxelas.

O próprio conceito de Estados Unidos "promoção da democracia" é escandaloso quando considerando que é envolvida em um escândalo invasivo vigilância global, culpado de perseguir uma guerra impopular após o outro ao redor do planeta contra a vontade de seu próprio povo e com base em mentiras verificados e brutalizar e abusando seus próprios cidadãos em casa com a polícia militarizada reprimindo os civis em cidades como Ferguson, Missouri - fazendo as ações da polícia da China contra o "Occupy Central" manifestantes pálidos em comparação. "A promoção da democracia" é claramente para cobrir simplesmente ampliando sua agenda hegemônica muito além de suas fronteiras e à custa da soberania nacional para todos os sujeitos a ela, incluindo os próprios americanos.

  Em 2011, revelações semelhantes foram feitas pública da intromissão os EUA "na chamada" Primavera Árabe ", quando o New York Times iria relatar em um artigo intitulado," Grupos nos ajudou Nurture revoltas árabes ", que:

  Um certo número de grupos e indivíduos diretamente envolvidos nas revoltas e reformas profundas da região, incluindo o Movimento 6 de Abril a Juventude, no Egito, o Centro de Bahrein para os Direitos Humanos e militantes de base como Entsar Qadhi, um líder de jovens no Iêmen, receberam treinamento e financiamento de grupos como o Instituto Republicano Internacional, o Instituto Nacional Democrático e Freedom House, uma organização sem fins lucrativos de direitos humanos com sede em Washington.
O artigo também gostaria de acrescentar, em relação NED especificamente, que:
Os institutos de republicanos e democratas são frouxamente afiliada à Partidos Republicano e Democrata. Eles foram criados pelo Congresso e são financiados através do National Endowment for Democracy, que foi criado em 1983 para canalizar subsídios para promover a democracia em países em desenvolvimento. A Fundação Nacional recebe cerca de US $ 100 milhões anualmente do Congresso.  Freedom House também recebe a maior parte de seu dinheiro do governo norte-americano, principalmente a partir do Departamento de Estado.
  "Há um ano, Ben-Ali e Gaddafi não estavam no poder.  Assad não estará no poder no próximo ano. Esta Primavera Árabe é um vírus que irá atacar Moscou e Pequim. "McCain então saiu do palco. Pro-guerra e intervencionista senador americano John McCain tinha notoriamente insultado tanto o presidente russo Vladimir Putin e antecessor do presidente Xi Jinping em 2011 que a subversão dos EUA varrendo o Oriente Médio foi logo se dirigiu para Moscou e Pequim. The Atlantic em um artigo 2011, intitulado " A Primavera Árabe: 'Um vírus que vão atacar Moscou e Pequim " , "iria informar que:
Considerando a natureza de capital estrangeiro evidente não só da "Primavera Árabe", mas agora "Ocupar Central", e considerando-se o caos, a morte, a desestabilização ea queda sofrida por vítimas da subversão anterior dos EUA, "Ocupar Central" pode ser pintado em uma nova luz - um bando de bobos sendo usado para destruir sua própria casa - tudo isso enquanto abusando os princípios da "democracia" por trás da qual está redigida uma diametralmente oposta tirania insidiosa, estrangeira imposta e impulsionado por imensos  globais interesses corporativo-financeiros que o medo e a destruição ativamente  em competição. Em particular, esta hegemonia mundial visa suprimir o ressurgimento da Rússia como uma potência global, e prevenir o surgimento da própria China sobre o palco do mundo.
  A agenda regressiva "Ocupar Central" liderança apoiada pelos Estados Unidos , e sua exploração descarada das boas intenções dos muitos jovens iludidos pelos seus truques, representa uma ameaça, na realidade, tão perigosa como a "ameaça" que afirmam que Pequim representa para a ilha de Hong Kong e ao seu povo.  Espero que o povo da China, e as muitas pessoas ao redor do mundo à procura de como "Occupy Central" se desenrola, vai perceber isso o ambito estrangeiro orientado e pará-lo antes que ele cobra o pesado tributo que tem sobre as nações que foram vítimas de antes - Líbia, Síria, Ucrânia, Egito e muitos outros.